O que fazer em João Pessoa Paraiba?

 

por Vicente Paul Por Vicente Paul

 

Pontos turisticos de João Pessoa

 

Essa página cobre o Centro histórico de João Pessoa... mais infos aqui:

PARTE I: Centro histórico de João Pessoa | PARTE II: Jardim botanico e parque zoobotanico

O que fazer em João Pessoa

Fotos de João Pessoa: o Centro Histórico

O Centro Histórico de João Pessoa foi reconhecido como patrimônio nacional do Brasil no dia 6/12/2007. A área delimitada possui bens que representam vários períodos da história de João Pessoa, a exemplo do barroco da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco; do rococó da Igreja de Nossa Senhora do Carmo; do estilo maneirista da Igreja da Misericórdia, todas do século XVII; da arquitetura colonial e eclética do casario civil, além do art-nouveau e o art-déco, das décadas de 20 e 30, predominantes na Praça Antenor Navarro e no antigo Hotel Globo, o primeiro da cidade, hoje transformado em centro cultural.

O que fazer em João Pessoa Paraiba, além das praias | Descubra os pontos turisticos de João Pessoa...

Em meio a casarões coloniais e edificações com características barrocas, também destaca-se o conjunto arquitetônico da Igreja de São Francisco e do Convento de Santo Antônio. Administrada no passado por frades franciscanos, a Igreja de São Francisco possui adro com azulejos portugueses representando as estações da Paixão de Cristo. À esquerda da igreja está a Capela Dourada, com imagem de Santo Antônio e talhas revestidas de ouro. No pátio externo, encontra-se um imenso cruzeiro de pedra calcária, sendo considerado o maior monumento em estilo barroco da América Latina.

Na Praça João Pessoa está localizado o edifício da Assembleia Legislativa, em arquitetura bem moderna, contrastando com a antiguidade do Palácio da Redenção (sede do Governo do Estado) e do Tribunal de Justiça. Na praça também está situado o prédio da antiga Faculdade de Direito, local de muitos acontecimentos históricos e políticos, que se destaca pela sua bela arquitetura. Já na Praça Pedro Américo encontra-se o Teatro Santa Roza, inaugurado em 1889, é em estilo barroco com fachada greco-romana, um dos teatros mais antigos do Brasil.

Sobrado Comendador Antonio Santos Coelho (Casarão dos Azulejos)

Sobrado Comendador Antonio Santos Coelho (Casarão dos Azulejos)

Trata-se da antiga residência do Comendador Antonio Santos Coelho. Construção do século XVIII, possui como particularidade principal o revestimento externo com azulejos em tons azuis portugueses belíssimos, trazidos da fábrica Devezas – da cidade do Porto. Que têm não apenas provocado a admiração dos visitantes, como também a cobiça de algumas pessoas, as quais chegaram ao ponto de tentar danificar o prédio, com a intenção de apoderar-se de alguns desses azulejos europeus, num verdadeiro crime contra nosso patrimônio artístico. É tombado pelo IPHAEP desde 26 de agosto de 1980. Localização: Rua Cons. Henriques, Nº 159 - Centro.

Basílica menor de Nossa Senhora das Neves

Basílica menor de Nossa Senhora das Neves

A primeira no local foi construída no alto da colina, ainda nos idos de 1585, ano em que os portugueses chegaram a Paraíba. Ao todo, houve três demolições sucessivas de templos, sendo a atual igreja idêntica à quarta reconstrução, realizada pelo Vigário Francisco Melo Cavalcanti. Sem grande significação artística, tem no entanto muito valor para os fiéis: de igreja paroquial construída em entre 1671/73 e demolida em 1686 (Anuário Eclesiástico da Paraíba do Norte, volume I, 1894, ano 1907), passou a igreja episcopal. Foi benta na última década do século XIX, em 1881.

Basílica menor de Nossa Senhora das Neves: o interior

Ela apresenta uma planta Basilical, ou seja, possui uma nave central coberta por abóbada mais duas naves laterais. O estilo é eclético e com elementos que lembram o romantismo europeu e também a arte renascentista. Já recebeu o nome de Catedral Metropolitana, mas atualmente é conhecida como a Basílica de Nossa senhora das Neves. Dela dizia o Cônego Florentino Barbosa: “Vistosa e ampla, a Catedral das Neves nada possui que a recomende como monumento artístico”. Suas torres e telhados podem ser vistos, numa bela composição, através da torre do sino da Igreja de São Francisco, que lhe fica próxima. Localização: Praça Dom Ulrico, s/n - Centro.

Galeria das quinze portas

Galeria das quinze portas

Hotel Globo

Nem sempre o Hotel Globo funcionou naquele local, pois antes, ficava na rua João Suassuna, num prédio construído em 1912. O prédio foi demolido, para que o “progresso” chegasse à região, e seu proprietário, o hoteleiro Henriques Siqueira, mais conhecido como “Seu” Marinheiro resolveu transferi-lo para o Largo Frei São Pedro Gonçalves, por volta de 1928. Os espelhos e cristais do Hotel Globo marcaram as décadas de 30 a 50. O imóvel apresenta um estilo eclético, fortemente influenciado pelo neoclássico e art-nouveau, com motivos art-decor.

Hotel Globo

Hospedou, entre centenas de figuras ilustres, o futuro presidente João Suassuna, quando este chegou à capital a fim de assumir o governo. Do seu pátio, pode-se observar um dos mais belos pôr-do-sol da cidade. O hotel funcionou até 1982, tendo sido adquirido pelo Governo do Estado em 1988, Já foi restaurado e atualmente é sede da Comissão Permanente de Desenvolvimento do Centro Histórico Inicial de João Pessoa. Passamos pelo Hotel Globo que é de 1928 e tombado pelo Patrimônio Histórico. Ele fica no Pátio de São Frei Pedro Gonçalves, também conhecido apenas como Pátio de São Pedro. Localização: Praça de São Pedro Gonçalves, s/n - centro.

Hotel Globo

Vista do Centro histórico de João Pessoa

Maçonaria Branca Dias

Em data de 10 de janeiro de 1918, ao Oriente de João Pessoa, um grupo de valorosos Irmãos, tendo à frente o grande Maçom Augusto Simões, fundou a Loja Maçônica "Branca Dias", sob os aspícios do Grande Oriente do Brasil que, em 15 de abril de 1918, lhe outorgou a Carta Constitutiva nº 942, tendo sua regularização ocorrida no dia 13 de maio de 1918. É uma edificação de características arquitetônicas ecléticas, somadas aos símbolos próprios da instituição a qual abriga. Localização: Av. General. Osório, nº 128 - Centro.

Maçonaria Branca Dias

Igreja de São Frei Pedro Gonçalves

O “Pátio de São Pedro” é o único largo ainda existente com tal designação na cidade. Convento de São Pedro Gonçalves: Sua história remonta a 2 de outubro de 1917, quando foi benta a primeira pedra pelo bispo Dom Adauto de Miranda Henriques, presente com o governante Camilo de Holanda, e com uma oração do Padre Mathias Freire. Era residência dos Franciscanos e escola apostólica, com o curso propedêutico para os alunos que desejassem ingressar na Ordem de São Francisco. O convento foi bento, como um todo, a 19 de março de 1919. Constitui um prédio imponente e belo.

Igreja de São Frei Pedro Gonçalves

Igreja de São Pedro Gonçalves: Foi fundada aproximadamente em 1843, sendo a pedra fundamental lançada no dia 5 de junho daquele ano. Anos depois, feita a reconstrução, o templo foi cedido aos Franciscanos que vieram à nossa diocese. A igreja tinha sido erguida por contribuição de comerciantes e navegantes que aportavam àquele local. Daí ter-se chamado de início Igreja dos Navegantes. A 08 de dezembro de 1860, foi ali benta a imagem (em tamanho natural) de Nossa Senhora da Conceição, em pedra, na qual a santa aparecia pisando sob os pés uma serpente. Essa imagem foi salva da galera Frederich Geosard, afundada na costa, restaurada e transportada para o local por subscrição encabeçada pelo Cônsul inglês Hrause. Sabe-se que a reconstrução da igreja deu-se, em parte, por ela possuir paredes muito altas. Nesta Praça Localiza-se também o Hotel Globo. Localização: Bairro do Varadouro.

Igreja e Mosteiro de São Bento

Em estilo barroco beneditino, a obra desse conjunto teve inicio na chegada dos beneditinos, em João Pessoa, quando ainda era Capitania Real da Parahyba, por volta de 1590. Construído em invocação de Nossa Senhora do Monte Serrat - faz parte de um conjunto maior, formado pelo mosteiro propriamente dito e pela igreja. Este conjunto, de acordo com o Instituto Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba, constitui um dos monumentos mais importantes do País, no seu estilo e de sua época: apesar da sobriedade da arquitetura, é obra que impressiona pela harmonia e beleza de suas linhas. Com a saída dos Jesuítas, e tendo em vista a necessidade de catequizar os índios, Feliciano Coelho pediu em 1599, ao Abade de Olinda, a vinda dos Beneditinos, a quem foi doado o terreno para a construção do mosteiro e demais prédios necessários.

Igreja e Mosteiro de São Bento

Foram erguidos aos poucos, a partir de Frei Damião, o religioso enviado de Olinda, num sítio que media mais de 30 braças. Com a perseguição dos holandeses, a obra esteve parada por muito tempo, sabendo-se que, em 1666, concluiu-se a primeira restauração do convento. Aí os missionários voltaram a lecionar suas aulas de religião e latim, “para grande alegria da população”. Com o encerramento das atividades beneditinas em João Pessoa, em 1921, devido a conflito com a jurisdição do 1º bispo da Paraíba, a igreja permaneceu fechada por vários anos. O conjunto passou por uma intensa recuperação, tendo suas obras encerrada e reabertura ao público em 1995. De arquitetura mais sóbria e com espaços mais vastos, o convento tem um igreja ampla onde são realizados concertos de música erudita e missas cantadas, e sua maior atração é um galo de metal que encima o campanário vigiando a cidade há séculos. Localização: Av. General Osório, s/n - Centro.

Igreja e Centro Cultural São Francisco Início da página

Igreja e Conjunto São Francisco: a fachada

O Centro Cultural funciona em um complexo arquitetônico formado pela Igreja de São Francisco e pelo Convento de Santo Antônio, mais a Capela da Ordem Terceira de São Francisco, a Capela de São Benedito, a Casa de Oração dos Terceiros (chamada de Capela Dourada), o Claustro da Ordem Terceira, uma fonte e um grande adro com um cruzeiro, constituindo um dos mais notáveis testemunhos do Barroco no Brasil. Por sua importância, foi tombado pelo Iphan em 1952. Ao ser fundada a igreja era dedicada a Santo Antônio, e aparentemente a troca de nome ocorreu o início do século XX, por força de um costume popular, mas ainda é conhecida também pela antiga denominação. Suas origens remontam à chegada ao local, em 1588, do Frei Melchior de Santa Catarina, incumbido de instalar uma missão franciscana. O convento se tornou o maior centro franciscano ao norte de Pernambuco, tendo um papel decisivo na exploração e ocupação da região através do trabalho missionário e cultural dos frades. Sua decoração interna apresenta várias alegorias referentes a esse papel.

Igreja e Conjunto São Francisco: o portal de entrada

O conjunto arquitetônico foi considerado por Germain Bazin como o mais perfeito representante da escola franciscana de arquitetura do nordeste brasileiro. Seu estilo é Barroco-Rococó. O teto da igreja é decorado com uma das mais importantes pinturas de arquitetura ilusionística do Barroco brasileiro, mostrando a cena da Glorificação dos Santos Franciscanos. A tradição a atribui a José Joaquim da Rocha, fundador da escola baiana de pintura, mas ainda há muita polêmica a este respeito. A pesquisadora Carla Mary Oliveira, em dois estudos tratando especificamente do assunto, defendeu a teoria de que o autor deve ser Manuel de Jesus Pinto, mas também já foram propostos os nomes de José Soares de Araújo e José Teófilo de Jesus. Outros espaços também possuem importantes tetos pintados.

Igreja e Conjunto São Francisco: o claustro

Atualmente o claustro é a parte mais antiga, terminado em torno de 1730. Revela influência mourisca e é constituído por um pátio quadrado cercado de uma galeria coberta, para onde se abrem as celas. Seus azulejos das paredes laterais são decorados com motivos vegetais. No interior da igreja e no grande adro também há vários painéis azulejados. Na primeira retratam a história de José do Egito, e no segundo, cenas da Paixão de Cristo. A fachada, em triângulo escalonado, com uma galilé de cinco arcos na base, é ornamentada com motivos vegetais, predominando o caju, uma árvore comum no nordeste. O púlpito da igreja foi considerado pela Unesco único no mundo pelo esplendor de sua talha.

Igreja e Conjunto São Francisco: detalhes do interior

Igreja e Conjunto São Francisco: detalhes do interior

Igreja e Conjunto São Francisco: exposição de arte

Igreja e Conjunto São Francisco: pinturas com efeito 3 dimensões

Igreja e Conjunto São Francisco: detalhes do interior

Igreja e Conjunto São Francisco: a capela dourada

Igreja e Conjunto São Francisco: guarnição com folhas de ouro

Igreja e Conjunto São Francisco: os azulejos

Igreja e Conjunto São Francisco: detalhes do interior

Praça Anthenor Navarro Início da página

Constitui o início da Rua Maciel Pinheiro. A mesma surgiu de urbanizações promovidas na área durante o final da década de vinte (séc. XX) e início dos anos 30, onde um conjunto de sobrados de dois e três pavimentos onde funcionavam uma farmácia, uma pensão e outros estabelecimentos comerciais e residenciais foram demolidos, dando lugar a uma área livre a ser concebida como praça com jambeiros, bancos e curtos passeios para encontros e interação dos moradores das residências locais, sendo entregue a população em 1933. É da mesma época o casario que compõe as suas laterais. Neste instalavam-se casas comerciais no seu pavimento térreo e escritórios dos melhores profissionais liberais no seu pavimento superior. Os mesmo apresentam arquitetura eclética, com alguns exemplares em art-déco. Localização: Centro de João Pessoa.

Praça Anthenor Navarro

Tribunal de Justiça

Construído entre 1917 e 1919 na atual Praça João Pessoa, ele se destinava ao funcionamento do Tribunal de Justiça. Com características neoclássicas, o prédio destinava-se, segundo o governador Camilo de Holanda, à Escola Normal, e ela aí ficou até 1939. Por esta época, o prédio passou por uma reforma interna e perdeu parte de suas características neoclássica, para sediar o Tribunal de Justiça, que já funcionara em prédios do Palácio do Governo e até do antigo Lyceu Parahybano (O velho Convento dos Jesuítas). No hall de entrada do Tribunal de Justiça, situa-se a cripta em que repousam os restos mortais do Ex-Presidente da República, o paraibano Epitácio Pessoa, e de sua esposa. É tombado pelo IPHAEP.

Tribunal de Justiça

Faculdade das Ciências Medicais

Faculdade das Ciências Medicais

Convento Igreja de Nossa Senhora do Carmo

O Convento compreende a Igreja de N. Sra. do Carmo, a Igreja de Santa Tereza e a Arquidiocese Paraibana / Palácio Episcopal. Igreja de N. Sra. do Carmo: Em barroco romano, a igreja possui uma única torre, com as características do estilo quinhentista. Construída século XVI, por volta de 1592, para servir de convento, a Capela da Ordem Terceira permanece intacta, embora tenha havido uma restauração em 1763. Muitos detalhes históricos sobre este conjunto se perderam, já que, com a invasão holandesa, houve perseguição aos Carmelitas, que enterraram seus documentos. Sua fachada é toda em pedra, assim como as talhas e os relevos dos altares, apresentando os mesmos elementos barrocos do Palácio Episcopal. A nave é ampla e majestosa, com motivos florais esculpidos em calcáreo. Vêem-se ainda o escudo da Ordem do Monte Carmelo e um grande painel no Altar-Mor com as iniciais de N. Srª do Carmo. O exterior apresenta linhas austeras, desenhos e arabescos barrocos. Os Carmelitas vieram à Paraíba a pedido de D. Henriques, em cerca 1580.

Convento Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Igreja de Santa Tereza d’Avila (a pequena capela a direita). Trata-se de uma construção do século XVIII, anexa à Igreja N. Sra. do Carmo, destacando-se sua riqueza artística interior. Todo o seu forro apresenta impressionantes figuras, é rica em valores artísticos, seus altos relevos mostram folhas de ouro, especialmente na Capela-Mor e as paredes possuem entalhes dourados, no mesmo estilo da igreja próxima. Possui ainda três altares e é lindo o pórtico de sua sacristia. Foi concluída em 1777, por Frei Manuel de Santa Tereza. Localização: Praça Dom Adauto.

Palácio Episcopal

Residência episcopal e sede da Arquidiocese da Paraíba, conhecido também como Palácio do Bispo, surgiu por volta de 1591, foi inicialmente chamado de Convento Carmelitano. Forma um só bloco arquitetônico com a Igreja do Carmo e a Igreja de Santa Teresa de Jesus. No Palácio se destacam as obras de lito-talha, esculpidas em pedra calcária, que realçam o seu estilo barroco.

Palácio Episcopal

Teatro Santa Roza

Foi inaugurado em 3 de novembro de 1889 e recebeu o sobrenome do então presidente da Paraíba Francisco da Gama Rosa. O governante teve a sorte de inaugurar o teatro as vésperas de perder o mandato, já que doze dias depois seria proclamada a República. Em mais de 116 anos, o teatro já passou por várias reformas, mas nenhuma alterou o seu estilo arquitetônico (greco-romano), com revestimento interno de madeira, tipo "Pinho de Riga". O teatro possui 432 lugares e sua última grande reforma foi datada de 1989, ano do seu centenário. O teatro está localizado na praça Pedro Américo.

Teatro Santa Roza

Antigos Correios

A Agência Central dos Correios e Telégrafos é onde atualmente está instalada a Prefeitura Municipal da cidade de João Pessoa. Edificado entre 1921 e 1926, trata-se de um monumento imponente com características da arquitetura eclética que foi inaugurado em 1927. É tombado pelo Iphaep e situa-se na Praça Pedro Américo.

Antigos Correios

Comando da Policia Militar

Quartel do Comando Geral da Polícia Militar da Paraíba, localizado na Praça Pedro Américo.

Comando da Policia Militar

Academia de Comercio

Inaugurado em 1922, a construção é tombada pelo Iphaep, em virtude de seu valor histórico. O prédio, reformado durante o governo de Rui Carneiro, em 1940, e apresenta arquitetura eclética. Suas janelas e painéis, de esquadrias arqueadas e conjugadas, do pavimento superior apresentam bandeiras com caixilhos em estilo art nouveau.

Academia de Comercio

Paraíba Palace Hotel

Único exemplar da arquitetura veneziana em João Pessoa, era considerado o "point" da elite paraíbana entre 1930 e 1960. O hotel recebia alta sociedade, atletas, poíticos e artistas da epoca. É situado no Ponto de Cem Reis.

Paraíba Palace Hotel: a fachada

Conjunto Jesuíte

O Palácio da Redenção é localizado na praça João Pessoa, e abriga a sede do estadual do poder executivo. O prédio já abritou o Liceu Paraibano e a Escola Normal e foi sede provisória do governo e seus repartições. Atualmente, além do Poder Executivo, abriga a Faculdade de Direito da UFPB. Construído em 1586 pelos jesuítas, primeiros missionários a chegar à Paraíba, o prédio servia inicialmente como residência desses inacianos (ordem fundada no ano 1540 por Inácio de Loyola). A casa dos jesuítas fazia parte do conjunto formado pelo convento, capela e colégio. A capela foi destruida em 1929 para dar lugar aos atuais jardins. O convento implantou-se à mesma época em que se iniciava a catequese dos indígenas, e foi implantado lá para ficar mais próximo da aldeia do cacique Piragibe (Ilha do Bispo). Os jesuítas foram expulsos em 1593 pelo Marquês de Pombal, voltaram em 1708 e foram novamente mandados embora em 1760, em vista de atrito com as autoridades, em virtude de defenderem os indígenas.

Conjunto Jesuíte

 

Referências: Wikipédia

PARTE I: Centro histórico de João Pessoa | PARTE II: Jardim botanico e parque zoobotanico

Início da página